quinta-feira, 2 de agosto de 2012
"... E o Sol se deteve, a lua parou... O Sol, pois, se deteve no meio do céu, e não se apressou a pôr-se, quase um dia inteiro...E não houve dia semelhante a esse, nem antes nem depois dele..." (Js 10:13)
Você acreditaria se alguém dissesse que a Terra ficou parada em seu movimento de rotação por quase 12 horas? Parece inacreditável, não é mesmo? Um fenômeno destes colocaria todo o Sistema Solar em Caos, pois com a suspensão da rotação terrestre, todo o equilíbrio gravitacional dos demais planetas seria afetado. Pois bem, por mais incrível que possa parecer, este fenômeno astronômico sem precedentes já ocorreu.
Conforme a popularidade de Jesus crescia, seus inimigos procuravam, desesperadamente, meios para explicar seus maravilhosos poderes. Finalmente, decidiram alegar que ele expulsava demônios pelo poder do próprio Satanás (Mateus 12:22-32; Marcos 3:22-30; Lucas 11:14-23). Jesus respondeu com três argumentos e uma advertência.
Seus argumentos foram os seguintes:
1. Satanás não atacaria a si mesmo, pois ninguém luta contra si mesmo.
2. Se eu expulso demônios por Satanás, como seus filhos os expelem?
3. Para roubar a casa de um homem forte, tem-se primeiro que amarrá-lo. Expulsando demônios, estou amarrando Satanás, de modo que eu possa cumprir minha missão de resgatar àqueles que Satanás mantém cativos.
"Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor. Todo ramo que, estando em mim, não der fruto, ele o corta; e todo o que dá fruto limpa, para que produza mais fruto ainda . . . Se alguém não permanecer em mim, será lançado fora, à semelhança do ramo, e secará; e o apanham, lançam no fogo e o queimam" (João 15:1-2, 6). Neste contexto, Jesus claramente identifica os discípulos como os ramos da videira. Os cristãos que não produzem fruto (isto é, não servem Deus fielmente) serão cortados e queimados.
terça-feira, 10 de julho de 2012
Números 23:19 diz: "Deus não é homem, para que minta; nem filho de homem, para que se arrependa. Porventura, tendo ele prometido, não o fará?" Mas outras passagens dizem que ele tem se arrependido. "... Então se arrependeu o Senhor de ter feito o homem na terra ..." (Gênesis 6:6-7). "Então, se arrependeu o Senhor do mal que dissera havia de fazer ao povo" (Êxodo 32:14). Como podem estas afirmações ser conciliadas?
Em qualquer estudo de textos difíceis da Bíblia, precisamos primeiro olhar para o contexto. Números 23:19 é uma afirmação da fidelidade de Deus em cumprir suas promessas. Foi impossível para Balaão amaldiçoar os israelitas porque Deus os tinha abençoado e lhes prometido prosperidade. Cada vez que ele tentou amaldiçoá-los, Deus transformou suas palavras em mais bênçãos. Deus nunca mente e nunca quebra uma promessa. Paulo afirmou sua confiança na fidelidade de Deus: "Fiel é esta palavra: se já morremos com ele, também viveremos com ele; se perseveramos, também com ele reinaremos; se o negamos, ele, por sua vez, nos negará; se somos infiéis, ele permanece fiel, pois de maneira nenhuma pode negar-se a si mesmo" (2 Timóteo 2:11-13). A fidelidade de Deus dá segurança ao obediente.
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Introdução :
Uma das doutrinas menos propagada e por uns consideradas ate como tabu é a predestinação mas vamos desenvolver um raciocínio fácil e compreensível. Antes de falar em predestinação é preciso compreender alguns pontos chaves, ou seja o diferenciamento de palavras e atos de Deus. Predestinação é um ato intermediário que se dá entre Preordenação e a Eleição/Reprovação. É impossível considerar a doutrina da predestinação sem darmos lugar ao entendimento das outras doutrinas, ou seja Preordenação, Predeterminação, Premonição, Eleição, Predestinação, e Chamada, são permutáveis ou sinônimas. Mas doutrinariamente cada uma destas palavras tem um significado diferente
Por muito tempo rodeie este assunto. Primeiramente o que me veio foi o discernimento que eu poderia “falar” algo que pudesse ultrajar o Espírito Santo. Porém, muitas perguntas ficavam sem resposta. Ler o capítulo 12 de Mateus e sinópticos foi o que fiz por anos sem chegar a um discernimento que me deixasse sem perguntas. Resolvi abrir o leque para o VT e configurá-lo com o NT e encontrei a resposta que tanto procurava.
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Na Torá, nas questões de convencimento do pecado, eram feitas a partir de atos flagrantes. Em nossa Lei está previsto, que ninguém pode construir provas de crime contra si mesmo e esta jurisprudência vem do Pentateuco, assim também no judaísmo, ninguém se oferecia para dizer que havia pecado. Portanto, as punições só eram realizadas por meio de situações em que houvesse dolo e que este fosse sentido e percebido por terceiros.
As várias interpretações
1) Interpretação arminiana - Defende que os contemporâneos de Noé não tiveram nenhum redentor e nenhum guia. Portanto, Deus teve de lhes suprir esta deficiência e, assim, por fim, o Senhor ressuscitado lhes trouxe a salvação. Para eles, a rejeição do Evangelho no passado não foi uma rejeição final e definitiva.
Mas, será que a morte não coloca um fim no período em que Deus opera com Sua graça para salvar pecadores? Será que existe neste texto de Pedro o ensino de uma nova oportunidade para os ímpios se salvarem, mesmo depois de sua morte? A grande dificuldade é que os santos do Antigo Testamento já haviam crido no Messias e, por isso, estavam justificados, Rm 4: 3; Gl 3: 6-9.
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2) Interpretação luterana diz que Cristo morreu e, antes de ser ressuscitado, teve seu espírito restituído ao corpo e, na totalidade de sua natureza humana, foi ao inferno e proclamou sua vitória a Satanás. Mas, essa interpretação traz dificuldade porque não havia tido ainda nenhuma manifestação de vitória de Cristo
3) Interpretação anglicana ensina que a alma de Cristo desceu ao inferno para conquistar a morte e o diabo (tomar as chaves) e para libertar as almas dos homens justos e bons, que desde a queda de Adão morreram por causa de Deus e na fé e na crença em Jesus, que estava para vir. Sua conquista destruiu qualquer reivindicação que o diabo tinha sobre os homens, e a descida foi parte do "resgate" pago por Cristo.